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Projeto de Extensão da Suprema retrata importância da amamentação

Atualizado: Abr 5

Amamentar é muito mais que um ato de amor. É um ato de resistência, cuidado, carinho e, muita persistência. E pensando em toda a importância da amamentação na saúde dos bebês, a Suprema mantém o Projeto de Extensão “Vamos amamentar?”, criado através da iniciativa da Liga Acadêmica de Saúde e Sociedade.


A iniciativa envolve estudantes a partir do sexto período do curso de Medicina e do quarto período do curso de Enfermagem, com a supervisão da professora médica pediatra Luciana de Freitas Ferreira.


O objetivo é o de orientar as gestantes e lactantes, que estão sob atendimento no Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ), acerca da necessidade da amamentação no desenvolvimento e crescimento da criança, bem como os benefícios adquiridos pela própria mãe através do ato. As ações do projeto auxiliam ainda as recém-mães a entenderem sobre as melhores técnicas de amamentação. O intuito é de que a orientação proporcione a diminuição da taxa de desmame precoce e consequente aumento no número de bebês em aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida.


A participação do estudante dos cursos de Medicina e Enfermagem da Suprema no projeto se dará em 10 dias fixos de cada mês, seguindo sempre o cronograma de dias letivos da Suprema. As ações envolvem capacitação, orientação de gestantes e lactantes sobre amamentação, tratamentos não farmacológicos para complicações mamilares, entre outros cuidados. Além de organização de material para divulgação das informações, arrecadação de donativos, elaboração de trabalho, coleta de dados e produção científica.


Segundo a professora Luciana de Freitas Ferreira, "durante as visitas, os alunos têm a oportunidade de cumprir o objetivo do projeto, orientando e sanando possíveis dúvidas das mulheres e familiares ali presentes. Essa intervenção direta e precoce pode ser decisiva na preservação do processo de amamentação por, pelo menos, o tempo mínimo recomendado pelos órgãos de saúde. "


A ideia da arrecadação de donativos surgiu após demanda do banco de leite em relação a potes para armazenamento adequado do leite doado. Por conta da pandemia e a impossibilidade de realizar todas as atividades de forma presencial, parte do projeto continuará sendo desenvolvida de forma remota, através das redes sociais, onde as campanhas de arrecadação de donativos para o banco de leite e/ou outras instituições serão divulgadas.


Luciana ainda reforça que o "projeto de extensão complementa de forma significativa a formação dos estudantes ao proporcionar a oportunidade de aprofundar os conhecimentos em relação a um dos temas mais importantes na pediatria e aplica-los na prática, bem como ao permitir que os participantes fortaleçam a relação médico-paciente".


Você pode acompanhar as ações e orientações feitas a partir do Projeto de Extensão através do perfil no Instagram @vamos.amamentar.


Os benefícios da amamentação

A amamentação é um dos momentos mais importantes para aumentar o laço afetivo entre mãe e filho, com grandes vantagens para ambos. O leite materno dado ao bebê após o parto faz o útero voltar ao tamanho normal mais rápido e diminui o sangramento, prevenindo a anemia materna e reduzindo o risco de câncer de mama e ovários.


Para a criança, protege contra doenças, previne a formação incorreta dos dentes e problemas na fala, proporciona melhor desenvolvimento e crescimento, além de ser um alimento completo, dispensando água ou outras comidas até os seis primeiros meses de vida.


O leite materno é o alimento mais completo que um bebê pode receber desde o seu nascimento. Afinal, mesmo nos partos cirúrgicos, ele deve sugar na primeira hora de vida para acelerar a descida do leite, receber as defesas da mãe e fortalecer o vínculo entre os dois.


Outra vantagem é a diminuição do risco de morte de crianças amamentadas exclusivamente até os seis meses. A taxa é 41% menor do que de crianças em aleitamento materno predominante, que é quando, além do leite, o bebê é alimentado com água ou bebidas à base de água. Já em relação às crianças em aleitamento materno parcial, ou seja, que recebem outros tipos de leite além do da mãe, a ameaça é 78% menor, e 88% quando comparada aos bebês que não são amamentados.



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